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​Muitas vezes, a empolgação com a festa, o vestido e a celebração nos faz esquecer que o casamento não é o destino final, mas o início de uma jornada que exige muito mais do que apenas sentimentos. Para a nossa reflexão de hoje, quero propor uma pausa: antes de dar o passo decisivo, você já parou para avaliar os alicerces da sua vida?

​Edificar um lar cristão exige maturidade espiritual. Como nos lembra o Salmista, se o Senhor não edificar a casa, o esforço humano será em vão. Mas essa edificação começa no coração individual. Antes de se unir a alguém, é preciso estar livre das amarras do passado. Traumas, ressentimentos e pecados não tratados são como “bagagens invisíveis” que, se levadas para dentro do matrimônio, tornam-se armadilhas perigosas.

​O amor verdadeiro, aquele que sustenta os dias difíceis, vai muito além da emoção. Ele é, acima de tudo, compromisso e serviço. Casar-se não é encontrar alguém para suprir as nossas carências ou nos servir; é estar pronto para servir ao outro, considerando-o superior a si mesmo. É entender que o perdão não é um evento isolado, mas um estilo de vida necessário, pois não existe união duradoura entre duas pessoas imperfeitas sem a prática constante da misericórdia.

​Além da saúde espiritual e emocional, a responsabilidade prática também é prova de amor. A má gestão financeira tem sido o motivo de ruptura em muitos lares. Ser prudente com os recursos que Deus nos dá é proteger a paz da família.

​Por fim, lembre-se: o casamento é uma aliança, não um contrato que se rompe quando as conveniências mudam. É uma promessa de fidelidade para os dias de sol e para as tempestades. Por isso, prepare-se com temor. Ore, busque conselhos e avalie suas motivações. Que o seu futuro lar não seja apenas um abrigo para dois, mas um lugar que reflita a glória de Deus e a solidez de uma vida construída sobre a Rocha.

​Com amor,

Alan Ribeiro – Seu Melhor Amigo

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