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Estratégia reúne medidas para impulsionar florestas plantadas, fortalecer cadeias produtivas e abrir espaço para investimentos em papel e celulose

O vice-governador Daniel Vilela anunciou, nesta quinta-feira (15/1), no Palácio das Esmeraldas, o Plano de Desenvolvimento do Setor Florestal de Goiás e Suas Vantagens Competitivas, iniciativa que organiza ações do Governo de Goiás para ampliar a base florestal, estimular novos empreendimentos e consolidar o Estado como destino atrativo para investimentos, com destaque para papel e celulose.

“Goiás tem condições de liderar uma nova fronteira florestal no Centro-Oeste, com produção sustentável, segurança jurídica e ambiente favorável para quem quer gerar emprego e renda”, afirmou Daniel. “Nosso estado reúne localização estratégica, segurança e capacidade produtiva para crescer com sustentabilidade e transformar potencial em oportunidade, com geração de emprego e renda”, completou o vice-governador.

A proposta aponta demanda crescente por produtos de base florestal, como biomassa de eucalipto, em cadeias já fortes na economia goiana, além de oportunidades ligadas ao mercado global, impulsionado pelo avanço de embalagens sustentáveis e pelo aumento do consumo de papel em países asiáticos. O plano também considera a necessidade de suprimento para a construção civil e para segmentos que utilizam energia térmica em processos industriais.

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, destacou que a divulgação das vantagens competitivas é decisiva para atrair plantas industriais. “Vamos apresentar com clareza as potencialidades de Goiás para atrair ainda mais investimentos, sobretudo, no papel e celulose”, declarou.

Entre os diferenciais citados estão a posição geográfica central, a logística com ampla malha rodoviária e conexão com ferrovias e hidrovias, além da disponibilidade de áreas de pastagens degradadas aptas à produção, com preços competitivos. O plano também reúne medidas para facilitar acesso a crédito, reduzir entraves em licenças e dar previsibilidade a empreendimentos do setor.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, a iniciativa prevê o impacto direto na economia e no bem-estar da população. “Não tenho dúvida que a cadeia produtiva do nosso estado vai trazer ainda mais desenvolvimento e qualidade de vida a todos os goianos”, disse.

À frente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, afirmou que o Estado reúne condições diferenciadas para receber novos aportes. “Goiás é um estado singular, com riquezas naturais únicas e um ambiente muito propício para ainda mais investimentos”, declarou.

Fotos: Lucas Diener

Vice-Governadoria – Governo de Goiás

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