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BOM DIA! EXCELENTE FINAL DE SEMANA!

No evangelho de Marcos (2:1-12), encontramos uma cena marcante: quatro homens, movidos pela fé e pelo amor, carregam um paralítico em uma espécie de maca. Ao perceberem que não havia como entrar pela porta, devido à multidão, tomam uma decisão ousada: sobem ao telhado, abrem espaço entre as telhas e descem o enfermo até os pés do Mestre, Yoshua Iemashia.

Ali, diante de todos, não apenas o corpo daquele homem foi restaurado, mas, antes de tudo, sua alma recebeu perdão. Yoshua declarou: “Filho, os teus pecados estão perdoados” e depois disse: “Levanta-te, toma a tua cama e anda.” Assim, o impossível aconteceu, e todos glorificaram a Deus.

Mas a grande pergunta que esse milagre nos deixa hoje é: qual é a nossa paralisia?
Talvez não seja física, mas pode estar na alma. Pode ser a paralisia do medo, que nos impede de avançar. Pode ser a paralisia do rancor, que aprisiona o coração. Pode ser a paralisia da incredulidade, que nos afasta da fé. Ou ainda a paralisia da indiferença, que não nos deixa amar.

Todos carregamos algo que nos imobiliza e nos faz depender de que o Amor Verdadeiro nos alcance. Yoshua Iemashia é esse Amor. Ele é aquele que vê além da enfermidade exterior e toca a raiz da dor interior. Ele é aquele que perdoa, restaura, levanta e faz andar novamente.

Assim como aquele paralítico foi levado até o Mestre por mãos solidárias, também precisamos permitir que nossa vida seja conduzida até Ele — mesmo que isso signifique deixar alguém “abrir o telhado” da nossa resistência, do nosso orgulho ou da nossa dor.

Hoje, Yoshua continua perguntando: “Filho, filha, qual é a tua paralisia? Permite que Eu te cure?”
E a resposta só pode nascer em um encontro profundo com o Amor Verdadeiro, porque é no coração rendido a Ele que acontece o milagre.

ALAN RIBEIRO
SHALOM! SHALOM!

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