IMG-20250621-WA0046-1.jpg


Há coisas na vida que simplesmente não se explicam. Elas apenas acontecem. Como se já estivessem escritas nas linhas invisíveis do destino, à espera do momento certo. Assim é o Encontro de Almas.

Não é sobre coincidência, tampouco sobre lógica. É sobre sentir — com uma intensidade que foge ao comum. Um reconhecimento profundo no olhar do outro, como se, antes mesmo de qualquer palavra, houvesse um reencontro silencioso de dois corações que já se conheciam de outras vidas, de outros tempos, de outras dimensões.

O Encontro de Almas não pede permissão. Ele vem como um sopro do divino, carregado de verdade, desejo, respeito e um tipo de amor que ultrapassa o toque. É paixão que arde sem pressa. É paz que se instala mesmo no caos. É entrega sem medo, porque há confiança sem explicação.

É quando duas pessoas se encontram no meio do mundo, cada uma com suas cicatrizes, histórias, medos e sonhos — e, ainda assim, decidem ver além. Escolhem ver a essência, e não a aparência. Enxergam não apenas o que está diante dos olhos, mas aquilo que vibra no íntimo: a alma nua, pulsante e sincera.

O Encontro de Almas não acontece todo dia. É raro. É precioso. É o tipo de conexão que não se quebra com o tempo, nem com a distância. Porque quando duas almas se reconhecem, o laço é espiritual, eterno, inviolável.

E quando isso acontece, não resta outra coisa senão agradecer. Porque em meio a um mundo tão barulhento, encontrar alguém que te escuta com o coração é um milagre. E amar alguém que entende o silêncio da tua alma… é o mais puro dom.

Que nunca nos falte coragem para viver um amor assim: inteiro, verdadeiro, arrebatador.
Porque quando duas almas se encontram, a vida muda de cor. E o amor — ah, o amor — deixa de ser apenas palavra, para se tornar morada.

Com carinho,
Alan Ribeiro

Blog do Alan Ribeiro – onde a palavra encontra o coração.

About Author