Há uma verdade que incomoda, mas liberta: ninguém virá viver a sua vida por você. Em nenhum momento Ele ensinou dependência. Pelo contrário, sempre ensinou escolha, responsabilidade e movimento.
“Levanta-te”, “vai”, “segue-me” — os verbos da fé nunca foram passivos. Deus age, sim, mas quase sempre depois que o ser humano decide agir.
Enquanto você espera que alguém resolva sua vida, você entrega o seu poder nas mãos da espera. E a espera excessiva paralisa, adoece a esperança e cria a falsa ideia de que o milagre só acontece quando tudo vem de fora. Não vem. O céu responde, mas a decisão nasce dentro.
Há portas que não se abrem sozinhas. Há caminhos que só aparecem quando o primeiro passo é dado. Esperar demais é, muitas vezes, uma forma disfarçada de desistir. Escolher é assumir riscos, é sair do lugar confortável da desculpa e entender que fé não é cruzar os braços, é mover os pés.
O próximo passo sempre foi seu. Não amanhã. Não quando tudo estiver perfeito. É agora, com o que você tem, do jeito que dá. Deus não fortalece a inércia, Ele fortalece o movimento. E quando você escolhe caminhar, mesmo com medo, o caminho responde.
